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CLAMÍDIA E GONORREIA

A ampliação de locais que realizam testes de Clamídia e Gonorreia para usuários da 💊 Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) foi destaque na coluna do médico Rico Vasconcellos! 🤩

A clamídia e a gonorreia são causadas por bactérias🦠, transmitidas facilmente por via sexual. Suas duas da Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) mais comuns no mundo! 🌎

Elas têm tratamento, que é feito de graça pelo SUS! 😍

Mas uma parcela significativa das pessoas contaminadas não apresentam sintomas, mesmo assim podem infectar suas parcerias.

Como o médico lembra em seu artigo, a OMS recomenda realizar testes de triagem para encontrar possíveis casos assintomáticos em populações mais vulnerárais às ISTs e assim tratar e interromper as cadeias  transmissão.

Em dezembro de 2019, os usuários da PrEP do 🏥 CTA Piriturba passaram a se testar para clamídia e gonorreia.

 

 

 

 

SUS terá novas tecnologias para diagnóstico e tratamento da tuberculose

 

 

 

Medida possibilitará mais agilidade e qualidade no diagnóstico e tratamento da doença; Ministério da Saúde centralizará aquisição das tecnologias

A incorporação de três novas tecnologias importantes para o diagnóstico e o tratamento da tuberculose foi aprovada durante a 89º reunião da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) – ocorrida nos dias 5 e 6 de agosto.  A medida foi demandada pela Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde.

A aquisição ficará centralizada no Ministério da Saúde, e a sua incorporação no SUS trará benefícios às pessoas com tuberculose, agilizando o diagnóstico e otimizando os esquemas terapêuticos. 

Na área de diagnóstico, houve a incorporação da cultura e teste de sensibilidade aos antimicrobianos, em meio líquido automatizado, para diagnóstico da tuberculose – o que possibilitará a ampliação do acesso aos testes em todo o país, de forma padronizada, constituindo uma estratégia importante para o controle da doença. 

Em relação ao tratamento, os medicamentos Delamanida e Bedaquilina foram incorporados para atendimento dos casos em que os pacientes apresentam resistência ou intolerância ao tratamento já disponível.

De acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), a Delamanida faz parte do grupo de medicamentos que deve ser utilizado quando todos os outros fármacos disponíveis não puderem mais ser usados.

 

 

 

Aids 2020: Covid-19 e racismo são destaques na abertura da 23ª Conferência Internacional de Aids

 

Foi dada a largada à 23ª Conferência Internacional de Aids. Esta é a primeira edição virtual da maior conferência do mundo sobre HIV que nesta edição começa com foco nos vínculos entre o HIV e a pandemia de Covid-19, além de destacar a importância do debate global a respeito do racismo. Delegados de 175 países estão participando da conferência, originalmente marcada para acontecer em Oakland e San Francisco, nos Estados Unidos.

“Estes são tempos marcantes e decisivos para o movimento do HIV no mundo”, disse o presidente da International Aids Society e da Aids 2020. “Todas as conversas que temos agora estão na confluência da pandemia da Covid-19 e em um novo acerto de contas global com o racismo sistêmico”.

A conferência de imprensa de abertura contou com o diretor executivo do Programa Conjuntos das Nações Unidas Sobre HIV/aids (Unaids), Winnie Byanyima, o diretor geral da Organização Mundial de Saúde, Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, e evidências de dois estudos que examinaram a ligação entre as pandemias do HIV e do Covid-19.

Byanyima apresentou os resultados da Atualização Global sobre Aids do Unaids 2020, lançada na abertura. O relatório, intitulado Aproveitando o Momento: Combater as Desigualdades Arraigadas para Acabar com as Epidemias, inclui um capítulo especial que descreve os possíveis impactos que a pandemia de Covid-19 poderia ter em países de baixa e média renda nos suprimentos deantirretrovirair usados ​​no tratamento para o HIV .

“Mesmo antes do início da Covid-19, o novo Relatório Global do Unaids mostra que o mundo não estava no caminho de alcançar seu objetivo de acabar com a aids como uma ameaça à saúde pública até 2030”, disse Byanyima. “Não podemos deixar de lado o HIV. Precisamos dobrar e aumentar nossos esforços para responsabilizar governos e formuladores de políticas. As epidemias acontecem na linha de falha das desigualdades e podemos e devemos fechar as lacunas”.

O Dr. Tedros compartilhou os resultados de uma nova pesquisa da OMS que mostra interrupções significativas no acesso ao tratamento do HIV por causa da pandemia.

“Os resultados desta pesquisa são profundamente preocupantes”, afirmou. “Os países e seus parceiros de desenvolvimento devem fazer todo o possível para garantir que as pessoas que precisam de tratamento contra o HIV continuem acessando. Não podemos permitir que a pandemia desfaça os ganhos conquistados na resposta global a aids”.

Os autores de dois estudos lançados na Aids 2020: Virtual também compartilharam descobertas relacionadas à interseção de Covid-19 e HIV.

 

Interrupções na PrEP e impacto da Covid-19 na prevenção do HIV

Pesquisadores de um centro de saúde comunitário em Boston, especializado em saúde sexual, descobriram que a pandemia está associada a grandes interrupções no tratamento da PrEP, especialmente entre subpopulações vulneráveis.

Apesar do alto uso de telessaúde, o estudo constatou que as iniciações de PrEP diminuíram 72% de janeiro a abril e os lapsos de recarga aumentaram 278%. Esses lapsos nas recargas da PrEP foram associados a menores de 27 anos e população latina.

Além disso, os testes para HIV, gonorréia e clamídia diminuíram 85%, enquanto as taxas de positividade para gonorréia e clamídia aumentaram.

Douglas Krakower, do Beth Israel Deaconess Medical Center, pediu novos estudos para entender se as mudanças nos cuidados com a PrEP refletem a diminuição do risco sexual ou as barreiras à saúde ideal.

“Está claro a partir desta evidência que os desafios do HIV e da Covid-19 estão ligados, assim como a resposta global”, disse o Dr. Pozniak. “Ainda não sabemos a extensão do risco aumentado que a Covid-19 representa para as pessoas que vivem com HIV, mas sabemos que os esforços de distanciamento social e os bloqueios do governo interromperam os esforços de prevenção e tratamento do HIV, bem como suspenderam a pesquisa vital sobre o HIV. ”

O IAS também irá lançar em breve um novo relatório intitulado: Covid-19 e HIV: Um Relato Sobre Duas Pandemias. Observando interrupções generalizadas nos serviços, o relatório analisa como a Covid-19 está afetando a resposta global ao HIV e fornece dois conjuntos de recomendações para decisores políticos, provedores de assistência médica, pesquisadores, cientistas, profissionais de saúde, comunidades e financiadores.

O primeiro conjunto de recomendações aborda a prestação de serviços de HIV no contexto da Covid-19, incluindo a redução da duração das visitas de cuidados de saúde e quantidade de medicamentos distruídos a cada entrega. O segundo conjunto de recomendações aborda lições da pandemia de HIV que podem informar a resposta do Covid-19 – incluindo abordar questões de justiça social no sistema de saúde e abordar proativamente o estigma.

Para acompanhar a programação da Aids 2020, clique aqui. 

 

 

 

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Coronavírus: Brasil tem 16.238 casos confirmados e 823 vítimas fatais

 

247 - As secretarias estaduais de Saúde do Brasil divulgaram, até as 7h desta quinta-feira (9), cerca de 16.238 casos confirmados de contágio da Covid-19 no Brasil, com 823 mortes pela doença. A informação é do portal G1.

O balanço anterior do Ministério da Saúde, divulgado na tarde da última quarta-feira (8), apontava 15.927 casos confirmados e 800 mortes.

O secretário da Saúde de São Paulo, José Henrique Germann, admitiu que existe subnotificação de casos leves no estado que, conta com mais de 6.700 infectados pelo novo coronavírus. 9 de abril de 2020, 08:57 h – (Foto: Reprodução)

 

Fonte - https://www.brasil247.com/coronavirus/coronavirus-brasil-tem-16-238-casos-confirmados-e-823-vitimas-fatais

 

 

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Estímulo ao preconceito": como soropositivos reagiram à fala de Bolsonaro.

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje, durante conversa com a imprensa em Brasília, que uma pessoa portadora de HIV é "despesa para todos no Brasil". "O Alexandre Garcia [ex-jornalista e apresentador da Globo] comentou que a esposa dele, que é obstetra, atendeu uma mulher que teve primeiro filho aos 12 anos, o segundo aos 15 e no terceiro já estava com HIV. Uma pessoa com HIV, além de ter um problema sério para ela, é uma despesa para todos aqui no Brasil", disse Bolsonaro.

A declaração aconteceu quando o presidente foi questionado sobre cortes de verba em políticas públicas para mulheres e respondeu elogiando a campanha de abstinência sexual anunciada pela ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves. "A Damares está sendo 10 nessa questão, ela defende mudança de comportamento necessária no Brasil", declarou, "Quando ela fala em abstinência sexual esculhambam ela. Eu tenho uma filha de 9 anos, você acha que eu quero ter uma filha grávida ano que vem? Não

O presidente continuou: "Esse comportamento que pregaram de que vale tudo, que glamoriza certos comportamentos que um chefe de família não concorda, é uma depravação total". A nova campanha do Ministério defende a iniciação sexual tardia como método de prevenção à gravidez precoce. Fonte: Do UOL, em São Paulo 05/02/2020 ...

Veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/ultimasnoticias/2020/02/05/bolsonaro-pessoa-com-hiv-e-despesa-para-o-pais.htm?cmpid=copiaecola

Imagem: Gabriela Biló/Estadão Conteúdo

 

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         #PARADAPELAAIDSEOHIV

 

 

Esse vídeo é um pedido para a Associação da Parada do Orgulho Lgbt de São Paulo!
Foi prorrogado para o início de janeiro a escolha do Tema da Parada 2020, até hoje, vinte e três edições depois, nunca o Hiv e a Aids foi tema da Parada.
Apesar do Hiv e da Aids não serem uma pauta exclusiva da comunidade LGBTQIA+, não dá para nós negarmos que ela é uma pauta prioritária.
Entendendo hoje que a Aids é o que mais mata nossa comunidade, ao menos 3.500 pessoas por ano, achamos que não há tema mais importante que esse.
Outro tema discutido nas reuniões foi a Democracia, obviamente não dá para negar a urgência de discuti-la também, por isso, sugerimos o tema “DEMOCRACIA É ACESSO! LGBT + PREVENÇÃO E TRATAMENTO PARA O HIV E A AIDS”
Vamos para a rua, vamos exercer e lutar por nossa democracia com o tema da Aids e do Hiv. Além das mortes, esse tema traz muito estigma para quem vive com hiv ou para quem vive com Aids! NOS AJUDE, COMPARTILHE, MARQUE A PARADA (@paradasp ), USE A #PARADAPELAAIDSEOHIV

 

 

 

 

 

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Projeto TransPrevenção para travestis e transexuais é premiado pela 16ª EXPOEPI

 

Pela categoria movimentos sociais que desenvolveram ações para vigilância, prevenção e controle de doenças e de agravos de interesse da saúde pública. O projeto concorreu com 30 inscrições com o relato das intervenções sociais desenvolvidas; ficando entre os três selecionados para apresentação oral que ocorreu no dia (4) quarta feira. Em cerimônia de encerramento na tarde de hoje foi premiado em segundo lugar com um prêmio de 6 mil reais. Durante a apresentação Americo Nunes - coordenador do projeto, contextualizou as rodas de conversas realizadas na residência das transexuais e travestis, também destacou resultados exitosos e da invisibilidade desta população no acesso aos serviços de saúde e assistência social. "Como diz o slogan do TransPrevenção, o caminho é a informação. Então fazemos nossa parte, levando informações sobre promoção a saúde e prevenção combinada do HIV para as meninas que vivem em extrema vulnerabilidade nos municípios do Estado de São Paulo, Itaquaquecetuba, Ferraz de Vasconcelos, São Paulo, Guarulhos e Suzano". disse Américo Nunes

A EXPOEPI reconhece e premia experiências bem-sucedidas na área da vigilância em saúde para inspirar outras iniciativas pelo país. Esta edição bateu o recorde de trabalhos inscritos: foram 1.185 projetos de todo o país. Estas experiências e trabalhos concorreram a premiações que variam de R$ 4 mil a R$ 50 mil, em três modalidades de participação, também promove capacitação técnica e troca de experiências.

"Agradeço e dedico o prêmio a nossa equipe Rapha Fini, Vanessa Zanetti, Bruna Silvério, ao Programa Estadual de DST/AIDS e em especial ao Jorge Eduardo nosso presidente". diz Américo Nunes.  06/12/2019

 

 

Dia Internacional de Luta Contra a Aids tem ações de conscientização em São Miguel Paulista - SP

 

São Miguel Paulista sediou na sexta-feira (29) a 2ª Caminhada Solidária – Dia Internacional de Luta Contra a Aids, realizada pelo Instituto Vida Nova em parceria com a Coordenadoria Regional de Saúde, Supervisão Técnica de Saúde de São M. Paulista e Serviços da Rede Municipal de Especialidade em DST/Aids (RME).

Com objetivo de ampliar a informação sobre o 1º de dezembro e dar visibilidade institucional, pela segunda vez pessoas caminharam por três quilômetros pela principal via da região, avenida Marechal Tito até a Praça Pe. Aleixo Mafra. Durante o percurso a população aderiu a caminhada, cerca de 250 pessoas entraram no clima com alegria e reinvindicação.

Ao som de apitos, músicas e abadás houve três paradas de intervenções; a primeira com um discurso sobre os direitos das pessoas vivendo com HIV/Aids, narrado por Ariana Luiza R. Wruck que vive com HIV – diretora do Instituto Vida Nova. A segunda intervenção em frente ao popular Mercado Municipal, foi narrado por Isabel Cristina Balla – coorganizadora, expôs posicionamento contrário a campanha de prevenção das infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) lançada recentemente pelo Ministério da Saúde com conotações do terror e medo. Também expôs sobre o feito da cidade de São Paulo por ser a terceira a eliminar a infecção do HIV durante a gestação (transmissão vertical) da mãe para o bebê.

A terceira intervenção aconteceu na praça Pe. Aleixo Mafra narrada por Letícia Rodrigues que alerta a população sobre os dados epidemiológico no mundo, com o atual cenário no Brasil – 40 mil novas infecções por ano, 134 mil pessoas não conhecem sua condição sorológica, 629.327 pessoas com HIV estão em tratamento, 900 mil pessoas vivem com HIV – Fonte Ministério da Saúde – novembro/2019.

A programação seguiu com um ato público com autoridades locais da administração, da saúde e sociedade civil organizada.

“...é muito importante reafirmar o que o Vida Nova faz e marcar essa data tão importante aqui na nossa região e o momento que a gente relembra sempre a necessidade de sermos mais tolerantes, de ter uma melhor informação, de ter compaixão, de olhar o outro como ser humano, com o olhar do amor, com olhar da solidariedade. E também tirar os dogmas que é muito importante; não como no século passado quando se falava em aids e se tinha toda uma distorção que levava a discriminação desnecessária.  A boa informação ela é sempre importante de modo que o Instituto está de parabéns” disse Edson Marques – subprefeito de São Miguel Paulista.

Marcos Brum da área técnica de articulação com a sociedade civil organizada, representando a coordenação do Programa Municipal de DST/Aids, disse. “...o sistema de saúde do município de São Paulo do Programa Municipal de DST/Aids, depende muito dessas ações da sociedade civil, que nos chama e nos alerta para as necessidades da população; é uma sinergia muito importante deste trabalho conjunto entre sociedade civil e governo. Estamos muito honrados por esse trabalho que vocês fazem o ano todo, parabéns!”

“... essas pessoas que estão aqui, elas fazem um trabalho que a gente vê os resultados na prática e na efetividade no facebook, na imprensa; quando a gente vê noticiado que São Paulo pelo segundo ano consecutivo teve redução dos números de casos de HIV e esse trabalho é feito junto com a sociedade civil; então é um trabalho da Secretaria Municipal de Saúde, do Programa Municipal de DST/Aids e dos sete serviços que temos na região – Serviços de Atenção Especializada (SAEs) e Centros de Testagem e Aconselhamento (CTAs). Precisamos avançar muito ainda, mas temos muito a comemorar” disse Evanilsa Borges Soares - Interlocutora da Coordenadoria Regional de Saúde Leste

“...estou sendo agraciado com esse momento maravilhoso, subprefeito, coordenadoria, secretaria e ong, trabalhando em prol das doenças sexualmente transmissíveis e aids. É uma honra e orgulho estar aqui hoje, só de saber que nós conseguimos diminuir a transmissão vertical em São Paulo, isso é o sinal do trabalho que vocês fazem, é do trabalho da ponta, dos SAEs, CTA e UPAS” disse Wagner Gonçalves – Supervisor de Saúde

Segundo Jardel Soares - gerente do CTA São Miguel Paulista “...observar esse ativismo esse movimento é muito interessante, mostra que realmente com a força da população faz uma diferença enorme, a gente observa isso no serviço em parceria continua com os movimentos sociais. Estamos no processo de ampliação de serviços no CTA São Miguel de trazer melhorias e qualidade na testagem, acolhimento, tratamento para as pessoas com HIV e dispensação da profilaxia pós e pré exposição ao HIV”.

Para Camila Balbini - gerente do SAE Líder “...eu fico muito feliz de estar aqui hoje e de conhecer essa realidade de parceria de trabalho; a gente fazer o trabalho sozinho é muito difícil.  Quando a gente tem equipes que nos apoiam como o Vida Nova que tem esses eventos, melhoram a qualidade de vida das pessoas vivendo com HIV e isso é muito importante e nos fortalece e nos anima para que a gente consiga abraçar e consiga combater esse avanço do HIV na nossa cidade”.

Finalizando os discursos “...vamos celebrar as conquistas e lutas dessas três décadas da epidemia de aids, temos muitas coisas a fazer, fico triste com o aumento de casos na população da terceira idade, em jovens e homens que fazem sexo com homens.

Temos que ter muito cuidado com isso! Juntos com os serviços devemos levar mais esclarecimentos para dentro das escolas, anos passados muitas vezes encontrei portas fechadas nas escolas. Isso dever ser renegociado, mas acredito que não temos que deixar que esta situação persista, se não voltaremos ao passado e tudo que a gente fez, que não se perca”. afirma Jorge Eduardo – Presidente do Instituto Vida Nova.

Por nenhum direito a menos, foi a frase de impacto do ato público lido por Renato Pimentel – agente de prevenção. “O Instituto Vida Nova vem a público parabenizar todos os profissionais de saúde, gestores, técnicos e a sociedade civil pelo compromisso e empenho na eliminação da transmissão vertical do HIV na cidade de São Paulo. Essa é uma vitória do SUS e do controle social. Sabemos que só com boa vontade, comprometimento, monitoramento e políticas públicas é possível fazer com que o pré-natal seja realizado de forma adequada, permitindo o diagnóstico precoce do HIV, o acesso ao tratamento e crianças livres do vírus”. trecho do documento do ato público.

A caminhada solidária só é possível através da mobilização de vários parceiros e disponibilização das infraestruturas da subprefeitura. Para além do dia Internacional de Luta Contra a Aids, a caminhada oferece um mutirão de serviços essenciais, integrados e gratuitos nas áreas de cidadania, saúde, educação e lazer.

A cada ano a caminhada solidária agrega inovações para aumentar seu impacto junto à comunidade, buscando também estimular às escolas a reflexão da prevenção das ISTs e inclusão social. Os serviços oferecidos variam a cada ano, dependendo das parcerias estabelecidas.

 

Neste ano a comunidade se beneficiou de shows musicais com artistas locais, serviços de saúde – teste para HIV, vacinação contra sarampo, massagem quick, práticas corporais, dança de roda, aula de zumba, orientação sobre nutrição, oferta de preservativos e sorteios de bilhetes para shows de artistas como Pixote entre outros. Américo Nunes Neto - idealizador da Caminhada Solidária

 

1º Prêmio Araújo de Ativismo e Direitos Humanos homenageia pessoas e instituições que atuam na luta contra aids

Ativistas e gestores se emocionaram durante a entrega do 1º Prêmio Araújo de Ativismo e Direitos Humanos que aconteceu na tarde dessa quarta-feira (27), no centro da cidade de São Paulo. O objetivo da cerimônia foi reconhecer pessoas e instituições que desempenham papéis fundamentais na luta contra a aids. A iniciativa do Movimento de Luta Paulistano Contra Aids (Mopaids) é também uma homenagem ao ativista José Araújo que morreu em setembro deste ano.

“Ao longo dos últimos 30 anos, sua atuação em defesa das pessoas que vivem com HIV e aids, pela valorização do SUS e em favor das populações mais vulneráveis foram marcas de imenso impacto que Araújo deixou na luta contra a aids no Brasil”, disse Isabel Bala, do Mopaids.

Além de ter sido diretor da Associação Espaço de Prevenção e Atenção Humanizada, e integrando do Grupo de Incentivo à Vida, Araújo também foi um dos mais importantes entusiastas da Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV/Aids (RNP+), fundada em 1995. É em resposta a esse legado e ao mesmo tempo homenageando ONGs, pessoas e instituições que tem contribuído para o Mopaids, que se realiza o prêmio que será entregue sempre às vésperas do Dia Internacional de Luta Contra a Aids. Saiba mais http://agenciaaids.com.br/noticia/1o-premio-araujo-de-ativismo-e-direitos-humanos-homenageia-pessoas-e-instituicoes-que-atuam-na-luta-contra-aids/ 28/11/2019

 

 

Instituto Vida Nova recebe homenagem

 

Com o objetivo de reconhecer ações realizadas pelas Organizações não Governamentais na luta contra a aids na cidade de São Paulo, o Programa Municipal de DST/Aids de São Paulo realizou a Cerimônia de Homenagem à Sociedade Civil na tarde dessa quarta-feira (27). Durante a abertura do evento, a coordenadora do Programa de DST/Aids de São Paulo, Maria Cristina Abbate, afirmou que “felizmente estamos aqui porque somos pessoas guerreiras na defesa intransigente do Sistema Único de Saúde. O SUS veio de um movimento que enxergava saúde como um direito de todos e dever do estado”, disse ao agradecer a presença dos parceiros, na mídia, na sociedade civil e no governo. Maria Cristina Abbate também ressaltou os projetos aprovados e habilitados por editais públicos e disse que eles são estratégicos em razão das necessidades regionais. Além disso, para ela, é importante a manutenção da palavra “aids” no nome da coordenação. “Aquilo que tem nome, tem forma, a gente consegue enxergar e, através da visibilidade, a gente consegue ao menos tentar atender às especificidades, então, aqui chamamos essa coordenação de Programa de Aids. Essa é uma tradução do desejo de todos nós. Assim como defendemos o nome da aids nas coisas, defendemos também a visibilidade das populações mais afetadas pelo HIV/aids hoje”, disse. Para os membros da sociedade civil presentes no evento, Maria Cristina falou sobre a importância do trabalho da sociedade civil nos espaços públicos. “Quando São Paulo recebe uma certificação de eliminação da transmissão vertical, isso se deve a vocês. Por dois anos consecutivos, tivemos reduções muito importantes no número de novas infecções por HIV/aids. Isso mostra que quando atuamos juntos, mostrando que a prevenção combinada é um caminho.”  Saiba mais http://agenciaaids.com.br/noticia/em-premiacao-programa-municipal-de-dst-aids-de-sao-paulo-homenageia-sociedade-civil/ 28/11/2019

 

EXPOSIÇÃO I=I abre as atividades alusivas ao Dia Internacional de Luta Contra a Aids

 

Instituto Vida Nova lança em São Paulo a Campanha Indetectável = Intransmissível com abertura da Exposição I=I, nesta segunda-feira, 25 às 10h, no Hall Cultural da Estação do Metro Tatuapé.

A Expo I=I pretende oferecer ao público, exposições de fotografias, vídeos, rodas de conversas com estudantes do ensino fundamental, das áreas de enfermagem, medicina e fornecimento de insumos de prevenção, dentre outros.

Exposição permite ao público perceber as histórias de 13 pessoas vivendo com HIV das cincos regiões do Brasil, que estão com carga viral indetectável, com esse conceito o vírus não é transmissível para outra pessoa.

A perseverança na trajetória dessas pessoas através da adesão ao tratamento traduz a esperança de que o fim da epidemia da Aids é possível e que inspiram a todos a lutar por melhor tratamento e a promover solidariedade.

“Queremos difundir para a população esse conceito I=I, é assim também que poderemos frear a infecção do vírus no Brasil temos 40 mil novas infecções por ano; 134 mil pessoas não conhecem sua condição sorológica; 626 mil em tratamento; 33.355 pessoas com HIV estão com carga viral detectável. Somos 900 mil pessoas com HIV/Aids no Brasil. Não somos vetores do vírus, somos gentes com objetivos e sonhos como qualquer outra pessoa. Para nós, o importante é somar, unir, expressar, ir sempre além - não nos interessa somente prestar um serviço. Criamos e proporcionamos experiências”. Afirma Américo Nunes Neto idealizador do EXPO I=I. 25/11/2019

 

Ativistas consideram que campanha governamental contra ISTs propaga terror e pânico moral

 

já viu os sintomas de algumas infecções sexualmente transmissíveis?” É com essa pergunta que inicia uma nova campanha do Ministério da Saúde para estimular o uso de camisinha. A estratégia foi lançada na tarde desta quinta-feira (31). Focada em jovens de 15 a 29 anos, a estratégia aposta na reação de jovens ao pesquisar imagens na internet de infecções como sífilis, gonorreia e clamídia. Em vídeo, o grupo reage com expressões de medo, nojo e repulsa. “Se ver já é desagradável, imagine pegar. Sem camisinha, você assume esse risco. Use camisinha e se proteja dessa e de outras infecções sexualmente transmissíveis”, finaliza um narrador no vídeo.

Ativistas ouvidos pela Agência Aids criticaram a abordagem. Na opinião da jovem Rafaela Queiroz, a prevenção pelo medo é falida e ultrapassada. Para o escritor Salvador Côrrea, “estimular o conhecimento e a informação não pode ser sinônimo de educar pelo medo. Em função do medo e do terror temos quatro décadas de estigma e discriminação que afastam as pessoas do cuidado e da prevenção.” Essa também é a opinião do ativista Beto de Jesus: “Mostrar os sintomas de uma IST é o mesmo que educar pelo medo, e sabemos que isso não funciona. Isso já foi feito no passado com o HIV/aids e foi desastroso. É uma abordagem desatualizada e em nada dialoga com o público entre 15 e 29 anos.”   31/10/2019

leia+ http://agenciaaids.com.br/noticia/ativistas-consideram-que-campanha-governamental-contra-ists-propaga-terror-e-panico-moral/

 

 

Nota de Repúdio pela desativação das redes sociais do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e IST

 

O Instituto Vida Nova Integração Social Educação e Cidadania, Organização Não Governamental, repudia veementemente o anúncio oficial da desativação das redes sociais do antigo Departamento de IST, AIDS e Hepatites Virais, anunciada pelo Ministério da Saúde em 22 de julho em média o Departamento de Aids recentemente renomeado como Departamento de Doenças de Condições Crônicas e IST fazia em média 2 a 3 postagens informativas por dia, e mantinha uma diagnostico situacional sobre os dados da epidemia de Aids no Brasil, assim como relação de endereços da sociedade civil organizada e parcerias nacional e internacional.

Por fim a essas informações é mais um desmonte da política pública de saúde e de Aids e desmerece o reconhecimento internacional na luta contra a aids, que poderá interferir na resposta brasileira para o cumprimento das metas 90,90,90 - 90% das pessoas vivendo com o HIV diagnosticadas e, portanto, sabendo que possuem o vírus; 90% das pessoas vivendo com HIV e diagnosticas em tratamento e 90% das pessoas que vivem com HIV diagnosticadas e em tratamento com carga viral indetectável, quando a quantidade de vírus no corpo é bem baixa.

Vemos com muita preocupação este ato que transferi para uma única página governamental com inúmeras informações distintas, tirando assim a visibilidade da resposta brasileira em IST/aids e o acesso transparente à comunicação.

Nesse sentido, cabe todas as providências para se fazer valer uma comunicação de fácil acesso e transparente.

 

 Diretoria

 

26/07/2019 

 

 

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A Missão do Instituto Vida Nova Continua

Nova diretoria   eleita em maio de 2019

 

 “Não basta se indignar é preciso fazer alguma coisa"

Esse é foco, ofertar um trabalho que envolve a assistência às pessoas infectadas pelo HIV, doentes de aids e contribuir na resposta da epidemia da aids no município de São Paulo. Cada ação ou atividade carrega um legado institucional dentro dos preceitos fundamentais da vida humana.

O objetivo desta missão é levar mensagens de otimismo e autoestima para centenas de pessoas assistidas pelo Instituto Vida Nova (IVN), com um acolhimento diferenciado e linguagem simples e atrativa por meio da escuta ativa como premissa.

Ao decorrer dos 19 anos construindo histórias e com slogan “Não basta se indignar é preciso fazer alguma coisa”, são dois aspectos desenvolvidos, sendo que cada um deles é interpretado por um trabalho de excelência com reconhecimento de âmbito nacional e internacional.

Motivação, fé, sentimentos, oportunidade, valorização, mobilização e conscientização são norteadoras para o alcance desta missão.

A partir daí, abre-se um diálogo com o público, que interage, participa e se beneficia das atividades oferecidas pelo IVN.

Esperamos um dia alcançar a cura da aids, mas enquanto esse dia não chega nós resistimos firmes e fortes para auxiliar e empoderar quem necessita lutar por seus direitos de liberdade e igualdade, por isso a missão continua.

Viva a vida, viva o Vida Nova

Por Alexandre Eduardo – Diretor do Instituto Vida Nova

 

 

REVOGADO DECRETO SOBRE PRIVATIZAÇÃO DE POSTOS DE SAÚDE DO SUS 

 

Decreto assinado por Bolsonaro e Paulo Guedes autorizava o Ministério da Economia a realizar estudos para incluir as Unidades Básicas de Saúde (UBS) dentro de programa do governo que trata de privatizações (PPI). G1 28/10/2020

 

O presidente revogou nesta quarta-feira (28) o decreto que autorizava o Ministério da Economia a realizar estudos sobre a inclusão das Unidades Básicas de Saúde (UBS) dentro do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República (PPI). A revogação foi publicada em uma edição extra do “Diário Oficial da União”. Antes, Bolsonaro anunciou a decisão em uma rede social. “Temos atualmente mais de 4.000 Unidades Básicas de Saúde (UBS) e 168 Unidades de Pronto Atendimento (UPA) inacabadas. Faltam recursos financeiros para conclusão das obras, aquisição de equipamentos e contratação de pessoal”, disse Bolsonaro na postagem. “O espírito do Decreto 10.530, já revogado, visava o término dessas obras, bem como permitir aos usuários buscar a rede privada com despesas pagas pela União”, prosseguiu. Meia hora depois, Bolsonaro editou a publicação e adicionou mais um trecho, em que fala de uma possível reedição do decreto. “A simples leitura do Decreto em momento algum sinalizava para a privatização do SUS. Em havendo entendimento futuro dos benefícios propostos pelo Decreto o mesmo poderá ser reeditado”, escreveu.

Decreto

O decreto sobre o tema foi publicado na terça (27), assinado por Bolsonaro e pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. O texto permitia que a pasta fizesse estudos para incluir as Unidades Básicas de Saúde (UBS) dentro do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República (PPI). O PPI é o programa do governo que trata de privatizações, em projetos que incluem desde ferrovias até empresas públicas.
O texto do decreto 10.530 afirmava que a “política de fomento ao setor de atenção primária à saúde” estaria “qualificada” para participar do PPI. Segundo o decreto, os estudos sobre as UBS deveriam avaliar “alternativas de parcerias com a iniciativa privada para a construção, a modernização e a operação de Unidades Básicas de Saúde dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios”.

 

 

 

 

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"Indivíduos com indicação do uso de PrEP são, por definição, vulneráveis a ISTs", escreve Rico Vasconcelos. Por isso é recomendado realizar testes entre seus usuários da 💊 PrEP desde 2017.

No início de agosto, outras três unidades 🏥 também passaram a oferecer os teste: SAE Ceci, SAE Fidélis Ribeiro e CTA Santo Amaro. Fonte - https://www.facebook.com/programadstaids/?epa=SEARCH_BOX

 

 

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Em relação ao tratamento, os medicamentos Delamanida e Bedaquilina foram incorporados para atendimento dos casos em que os pacientes apresentam resistência ou intolerância ao tratamento já disponível.

De acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), a Delamanida faz parte do grupo de medicamentos que deve ser utilizado quando todos os outros fármacos disponíveis não puderem mais ser usados. Já a Bedaquilina é muito importante para o tratamento de pacientes com tuberculose resistente à Rifampicina, multirresistente ou extensivamente resistente a medicamentos. O alcance da cura para esses casos é considerado um dos maiores desafios da doença, pois o indivíduo desenvolve resistência à Rifampicina, medicamento considerado o mais ativo contra o bacilo TB.

Fonte - Ministério da Saúde, com informações com Nucom SVS.

Atendimento à imprensa - Publicado: Sexta, 14 de Agosto de 2020

(61) 3315-3580 / 2745 / 2351

 

 

 

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Reunião Técnica avalia ações do Instituto Vida Nova 

 

Diretores e profissionais durante reunião virtual avaliaram as atividades e ações realizadas para as pessoas vivendo com HIV/Aids em tempos da pandemia do coronavúvirus. As maiores preocupações foram as questões psicosociais e ajuda emergencial de alimentos.  As ações de prevenção às infecções sexualmente transmissível se mantem apenas nas casas de profissinais do sexo, os agentes de prevenção tem feito as entregas seguindo as recomendações das autporidades de saúde usando mascára e alcool gel e com distanciamento. A equipe de agentes tem se reunido virtualmente todas segundas feiras para capacitação continuada e atualização de informações.

Preocupados com a flexibilidade e o retorno pós covid-19 os profissionais irão produzir um plano de trabalho para os devidos cuidados no atendimento gradual das pessoas com HIV/Aids.  02/05/2020

 

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BCG é única vacina a atingir meta de imunização desde 2017

 

Publicado em 05/09/2019 - 21:26 Por Vinícius Lisboa - Repórter da Agência Brasil* - Fortaleza

Dados apresentados nesta quinta-feira (5) pelo Ministério da Saúde mostram que a BCG foi a única vacina a alcançar a cobertura vacinal pretendida nos anos de 2017 e 2018. 

O levantamento foi feito com informações acessadas na base do DataSus em 15 de julho deste ano e foi apresentado na Jornada Nacional de Imunizações, em Fortaleza. Foram consideradas as metas de 16 vacinas do esquema básico e de reforço indicadas para crianças de até um ano, de um ano e gestantes. Para as imunizações BCG e Rotavírus, a meta era vacinar mais de 90% do público alvo, e, para as demais, superar os 95%.

Leia + https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2019-09/bcg-e-unica-vacina-atingir-meta-de-imunizacao-desde-2017

 

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Iuna Shoy, 23 anos, mudou-se da Coreia do Sul para o Brasil e já se preocupa com as doenças típicas do novo país. Ela aproveitou para vacinar a filha Larissa, de 10 meses de idade. - Rovena Rosa/Agência Brasil

A BCG, que previne a tuberculose, teve cobertura de 96,41% em 2017 e de 96,09% em 2018. Já a hepatite B, que também deve ser tomada ao nascer, atingiu 84,7% em 2017 e 85,7% em 2018. Meningococo C, pentavalente e pneumocócica foram outras que ficaram perto dos 85% em 2018.

 

 

Para ativistas, declaração de presidente Bolsonaro reforça preconceito e estigma contra pessoas com HIV

 

Ao defender nesta quarta-feira (5) o programa de prevenção à gravidez na adolescência da ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que uma pessoa com HIV —vírus causador da Aids— representa “uma despesa para todos no Brasil”.

“O próprio [jornalista] Alexandre Garcia fala que a esposa dele, que é obstetra, atendeu uma mulher que começou com o primeiro filho com doze anos de idade. [Teve] o outro com 15 e no terceiro já estava com HIV. A gente quer ajudar a combater. Uma pessoa com HIV, além de um problema sério para ela, é uma despesa para todos no Brasil”, declarou o presidente, na saída do Palácio da Alvorada.

 

Veja o que ativistas do Movimento de Aids pensam a respeito dessa declaração:

Vando Oliveira, Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV/Aids do Ceará: “A ignorância do presidente em sua fala nos causa preocupação e indignação. As pessoas com HIV não são um prejuízo ao país, são pessoas, cidadãs que merecem respeito, tratamento, e o que vimos deste presidente desde sua campanha foi atacar as PVHA de forma grosseira e preconceituosa o que repudiamos de forma veemente. O Presidente, ao invés de tratar as pessoas com HIV com tanto desrespeito, deveria fazer com que a política de aids voltasse a ser modelo para o resto do mundo e isto só foi possível com a nossa participação e muita luta. Hoje ameaçada por um governo despreparado que ao invés de falar do que desconhece poderia pelo menos ficar em silêncio!

Carolina Iara de Oliveira,  Loka de Efavirenz e Rede de Jovens São Paulo Positivo: “A declaração do presidente corrobora a visão estigmatizadora e preconceituosa que ele é seu grupo de extrema-direita possuem das pessoas vivendo com HIV/Aids (PVHA) desde a campanha: de que seríamos a escória da sociedade e que só damos gasto. O que o presidente não leva em consideração é que o nosso tratamento anti-HIV gratuito e universal faz com que toda a população esteja mais protegida, porque o tratamento bem sucedido faz com que as PVHA não transmitam o vírus, e é isso que tem garantido que a epidemia de aids não exploda, não se quadruplique no país, evitando o impacto negativo que uma epidemia poderia causar à economia do país. Mas a lógica do governo me parece outra: marginalizar e excluir as populações consideradas “de segunda classe”, notadamente as LGBTI+ e também as PVHA, na criação de “inimigos” da sociedade, de “párias” que em nada contribuem e que só dariam gastos à sociedade. É assim que o presidente nos considera. É uma tática clássica do fascismo”.

Silvia Aloia, Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas: “As declarações demonstram mais uma vez o quão o presidente desalinhado está à toda à construção da política de HIV/Aids calçada na garantia dos direitos humanos e na diminuição do estigma e do preconceito das PVHA. Não é a primeira vez que este des-governo, expressa declarações machistas, sexistas e homofóbicas. Dessa forma, legitima o estigma e preconceito e suscita o ódio em uma sociedade que já carrega esses sentimentos. Também não é a primeira vez que o presidente declara sobre as pessoas vivendo com HIV e as despesas á sociedade. Ele ignora estudos científicos que comprovam que ações de abstinência sexual não deram resultado para a gravidez indesejada e nem para prevenção de infecções sexualmente trasmissíveis. Ele ignora a Constituição Federal e diversos instrumentos firmados pelo Brasil. Ignora dados de violência sexual e ações que realmente dariam resultados como trabalhar a saúde sexual e reprodutivas dentro de instituições de educação, que são aliados sim, em ações de prevenção da gravidez indesejada, sexualidade, bullying, dentre outras ações assertivas. Esse tipo de declarações, do governante maior do país, colocam em risco construções históricas que se transformam em indicadores de aumento de mortalidade materna, de femicídios, de violência sexual . Nesta última declaração desqualifica as PVHA, é de uma violência e criminalização sem igual.

Américo Nunes, Movimento Paulistano de Luta Contra Aids: “Mais um ato de des-governo do Presidente Jair Bolsonaro frente a falta de respeito às pessoas com HIV/aids e violação de direitos de jovens adolescentes. Com muita luta do movimento de aids, foram alcançadas conquistas tornando o Brasil referência mundial na resposta à epidemia. Não é possível deixar que a pessoa que não possui um mínimo de conhecimento sobre a política de aids no Brasil possa violar a constituição – Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem a redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação. As pessoas com HIV/Aids são dignas de respeito, são produtivas, são eleitores, são cidadãs. Infelizmente ainda não conseguimos conceber tempos melhores deste des-governo, já que o atual Ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta lança a campanha que prega a abstinência sexual; é uma afronta a quem pensa em educação sexual e reprodutiva. Jovens de 16 anos têm direito a votar, assim como o direito de escolha à gravidez, o jovem precisa de uma política de governo que amplie seus direitos vivendo ou não com HIVEsta campanha é ditatorial não agrega valores e direito de escolha, em outros países fracassou. O custo de R$ 3,5 milhões investidos na campanha deveria ser destinado para ações de promoção da saúde sexual e reprodutiva e não para imposição da abstinência sexual, isto é um absurdo, é retrógrado, é violação de direitos. O plano nacional de prevenção ao sexo precoce que será implantado será mais um troféu de des-governo que irá colecionar. Diante desse cenário, imprescindível que os movimentos sociais, ativistas independentes se unam frente ao desmonte das políticas sociais deste des-governo para não permitir que eventos que, direta ou indiretamente, promovem esse tipo de comportamento que mancham o nome das pessoas vulneráveis e políticas sociais, da mesma forma, é preciso que o Ministério Público esteja atento para coibir casos de violência aos direitos constitucional a fim de garantir um ambiente seguro, saudável e livre de preconceitos e estigmas.”

 

06/02/2020 - Redação da Agência de Notícias da Aids

 

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2020: Fôlego, determinação e boas estratégias para seguir em frente!

 

Para 2020, eu espero que a sociedade civil organizada da comunidade de luta contra a aids possa ter fôlego e determinação Com boas estratégias para fortalecer a luta, ocupando mais espaços de tomada de decisões, incidindo mais politicamente e socialmente.

Formando opiniões para agregar mais atores e segmentos comunitários para a defesa do SUS com sua integralidade, universalidade e EQUIDADE. Espero que a sociedade possa falar sobre hiv/aids com mais naturalidade e menos estigma. Que a sexualidade possa ser vista e discutida, nas escolas e entre as pessoas de maneira natural, sem ideologias religiosas ou meias verdades.

Que nenhuma mulher, cis ou trans, se infecte por violência. E que haja respeito e decência institucional para nos acolher com nossas demandas em saúde e segurança.  Bem, isso eu espero de nós, cidadãos e cidadãs.

Agora, deste des-governo que aí está, eu nada espero, pois já provaram que vieram para destruir os tijolos que juntamos com tanta luta e trabalho. Os tijolos da inclusão, da assistência e cuidados, da prevenção, da solidariedade e do respeito. Do conhecimento e das evidências científicas.  No entanto, os tijolos foram estremecidos, mas os pilares estão dentro de nós. E não vamos permitir mais retrocessos.

Vamos usar as ferramentas da lei e da constituição para pressionar o cumprimento delas a favor do povo e contra nossos líderes fundamentalistas, autoritários e fascistas. Espero mais envolvimento do setor privado, como aliados financeiros e políticos. Por fim, eu espero que Bolsonaro e sua trupe saiam, ou então a gente põe eles pra fora. Aí retomamos o rumo da construção coletiva e democrática para um Brasil livre de estigma e discriminação. Inclusivo e com equidade. É hora de agir forte e certo. 2020 sem Bolsonaro e com menos HIV e mortes.

*Jacqueline Rocha Côrtes é integrante do Movimento Nacional de Cidadãs Posithivas (MNCP) e do Movimento Latino-americano e do Caribe de Mulheres Positivas (MLCM+)

Fonte Agencia de Notícias da Aids – 09/01/2020

 

 

 

 

 

 

 

 

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Rico Vasconcelos: Parada LGBT de SP pode escolher pela primeira vez HIV/aids como tema - 09/01/20

 

O ano mal começou e as coisas já estão quentes no mundo do HIV/aids no Brasil. Mas dessa vez é por um bom motivo e não como no início do ano passado.

A ONG da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, a maior do país, decidirá por votação nesta quinta-feira (9) o tema da edição de 2020 do evento. E um dos candidatos finalistas é o que me interessa aqui: “Democracia é Acesso! LGBT + Prevenção e Tratamento do HIV e da aids”.

Desde 1997, ano da primeira Parada de SP, diversos foram os temas que já figuraram as edições do evento. Boa parte deles apontaram reivindicações que, dentro de algum tempo, acabaram se tornando vitórias para a comunidade LGBT brasileira. Exemplos disso são o uso do nome social pelas pessoas trans, o casamento homoafetivo e a até a criminalização da LGBTfobia.

Aliás, nesses 23 anos de Parada em São Paulo, em 10 deles os temas de alguma forma envolveram LGBTfobia. E em absolutamente nenhuma edição chegou nem perto do HIV/aids. Leia +  http://agenciaaids.com.br/noticia/rico-vasconcelos-parada-lgbt-de-sp-pode-escolher-pela-primeira-vez-hiv-aids-como-tema/

 

Ativistas, usuários e funcionários abraçam CRT e exigem continuidade do trabalho no modelo que foi concebido e construído por todos - 19/12/2019

 

Organizadores e participantes consideram ato um sucesso

Muitas vozes que juntas tornaram-se mais fortes: “O Programa é nosso… o Programa é nosso… o programa é nossooooo”. “Ê, o CCD libera o Programa aê junto com o CRT.. não vai ter separação, vamos juntos nessa união”. Palavras de ordem. Um refrão improvisado dizendo não a separação.  Funcionários, ex-funcionários, ativistas, usuários do serviço, lideranças, amigos, parceiros de luta contra aids. Todos se juntaram na tarde desta quinta-feira (19), em frente ao Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids, o CRT Aids, em São Paulo. Primeiro fecharam duas faixas na rua. Alguns cartazes em defesa do Sistema Único de Saúde. Outros dando o toque para que tudo fique como está.  “ Não mexa com o CRT”. “Somos todos CRT”. “Não ao sucateamento da saúde pública e as terceirizações no Sistema Único de Saúde. O SUS é patrimônio do povo brasileiro”. Cada um de seu jeito tornou pública a indignação que sentem ativistas pelo fato do Centro de Controle de Doenças (CDC), órgão da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, estar analisando uma proposta para que o Programa Estadual de DST/Aids saia do CRT e faça parte do CDC.

“Estamos há quatro décadas com um serviço que é referência nacional em termos de estudo, pesquisa, tratamento e políticas de prevenção. Não podemos deixar que nenhum retrocesso aconteça”, disse Américo Nunes Neto, do Mopaids (Movimento Paulistano de Luta Contra a Aids), que junto com outros representantes ajudou a construir o ato.

“A manutenção do Programa é referência e não faz o menor sentido mudar o que está dando certo, no atual contexto do país. Diferentes organismos internacionais vieram, ainda este ano, conhecer o trabalho para se espelhar nesse modelo. Outra questão: essa proposta não foi discutida durante o ano todo e essa não é a melhor época para se discutir. Muitos já estão viajando. Se a Secretaria quer discutir isso, que faça em 2020 de maneira horizontal”, comentou Marta Mc Britton, presidente do Instituto Cultural Barong.

Sucesso de público e felizes com a articulação e resultado

O abraço simbólico no prédio onde funciona o CRT/Aids de São Paulo foi organizado às pressas e construído por muitos ativistas que dedicaram seu tempo e trocaram mensagens no WhatsApp e e-mails em um curto espaço de tempo. Por isso todos consideraram o resultado da articulação um sucesso! “Em meio ao início das festas de final de ano fizemos uma intensa mobilização que uniu usuários e trabalhadores. A separação poderá trazer consequências ruins, inclusive perdas orçamentárias que garantem a compra de medicamentos para doenças oportunistas, o que não trará nenhum benefício. Nenhuma instância foi informada. Existe um conselho gestor de usuários”, lembrou o professor Jorge Beloqui, ressaltando a importância do diálogo e construção conjunta.

“É importante que o governo   saiba que estamos atentos e que ele tenha consciência de que sabemos do desmonte que querem fazer na saúde”, salientou Cleonice Ribeiro vice-presidente do Sindsaúde de São Paulo.

Fabiana Oliveira, falando em nome do Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas, considerou o saldo da mobilização positivo. “Foi um sucesso. Em uma semana nós construímos essa manifestação. O CRT é referência para o Brasil. Sua força está na unidade. Não dá para dividir.”

Flip Couto, do coletivo, AMEM, também se mostrou feliz com a capacidade de organização dos ativistas. “Estamos aqui juntos para forçar a criação e a possibilidade de diálogos entre nós, os representantes dos diversos movimentos sociais. Todos temos pautas e demandas a favor da saúde pública”.

Alisson Barreto, representando o Fórum de ONGs/Aids de São Paulo parabenizou o esforço das ongs, redes e usuários. “Estivemos aqui desde o início da tarde convidando todos a participar. Deu certo”.

Desde a semana passada a Agência Aids procura a Secretaria Estadual de Saúde, no entanto, até o momento, nenhuma explicação oficial foi disponibilizada para publicação.

Fonte - Roseli Tardelli (roseli@agenciaaids.com.br)

Crédito das fotos: Marina Pecoraro, Marco Aurélio e Roseli Tardelli

 

 

 

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Programas Estadual e Municipal de DST/Aids de SP se posicionam contra as mudanças no antigo Departamento de Aids e dizem que política está enfraquecida - 18/07/2019

Em maio deste ano, por meio de um decreto presidencial, o governo federal modificou a estrutura do departamento que promove o combate à aids no Ministério da Saúde. As mudanças causaram apreensão entre as pessoas que lutam contra a aids no País e estão sendo duramente criticadas por médicos, gestores e ativistas. Nessa quarta-feira (17), a convite da coordenação do Mopaids (Movimento de Luta Contra a Aids), a coordenadora-adjunta do Programa Estadual de DST/Aids de São Paulo, Maria Clara Gianna, e a coordenadora do Programa Municipal de DST/Aids, Maria Cristina Abbate, participaram da reunião ordinária explicaram o posicionamento do Estado e Município sobre o assunto. As duas disseram que são contrárias as mudanças e, assim como o movimento social, consideram que a política de aids perdeu visibilidade na esfera federal. leia + http://agenciaaids.com.br/noticia/programas-estadual-e-municipal-de-dst-aids-de-sao-paulo-se-posicionam-contra-as-mudancas-no-antigo-departamento-de-aids-e-dizem-que-politica-esta-enfraquecida/

 

 

Johnson & Johnson testará vacina experimental contra o HIV nos EUA e Europa - 13/07/2019

Após quase quatro décadas de pesquisa e de reveses, o laboratório Johnson & Johnson está terminando de preparar aquela que poderá ser a primeira vacina contra o vírus da AIDS. O plano é começar com os testes no final do ano nos Estados Unidos e Europa, com 3.800 homens. Seus cientistas procuram, em todo caso, encontrar uma vacina que funcione em todas as populações ao redor do mundo, especialmente na África.

O HIV é um vírus que se modifica com grande rapidez e que ataca o sistema imunológico humano. O passo a ser dado por sua filial Jansenn para desenvolver a vacina foi antecipado por Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Alergias e Enfermidades Infecciosas dos EUA, em uma entrevista à agência Bloomberg, embora a J&J já tenha anunciado há um ano que faria testes em grande escala. Participa dessa iniciativa também a Rede de Testes de Vacinas Contra o HIV. Leia +https://brasil.elpais.com/brasil/2019/07/12/actualidad/1562942536_177617.html?id_externo_rsoc=fb_BR_CM&fbclid=IwAR3KAL5n1juNUZ_jrd8PYh87HB4QAqcPma6c9_3ijHEOXEnA02uUbw8ZUQg

 

Debatedores criticam mudanças na política de enfrentamento ao HIV/Aids

05/07/2019 

 

Reestruturação do departamento que cuida da política de enfrentamento ao HIV/Aids preocupa deputados e organizações da sociedade civil

Este ano, um decreto (9.795/19) modificou a estrutura do Ministério da Saúde, transformando o Departamento de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), HIV, Aids e Hepatites Virais em Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis.

A deputada Érika Kokay (PT-DF) afirmou, em audiência pública realizada nesta quinta-feira (4) na Comissão de Legislação Participativa, que esta não é apenas uma mudança de nome.

leia + https://odocumento.com.br/debatedores-criticam-mudancas-na-politica-de-enfrentamento-ao-hiv-aids/

 

 

 

 

Tuberculose: somente metade das vacinas BCG para combater a doença é entregue

Prefeituras estão preocupadas e diante do cenário passam a limitar aplicações em crianças *Por Larissa Agnez

A principal maneira de evitar a tuberculose em crianças é por meio da BCG, ofertada gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS). 

O Ministério da Saúde deverá entregar aos municípios 48% do quantitativo previsto da vacina BCG (substância ativa obtida de cepa viva atenuada de Mycobacterium bovis), que protege contra tuberculose. Representantes de secretários municipais de Saúde receberam um comunicado da pasta nos últimos dias sobre a redução das remessas. Leia + - Redação Folha Vitória - 26 de Abril de 2019

https://www.folhavitoria.com.br/saude/noticia/04/2019/tuberculose-somente-metade-das-vacinas-bcg-para-combater-a-doenca-serao-entregues

 

 

Mopaids: Para ativistas, inclusão da TB e hanseníase no Departamento de Aids é um mais um passo para o desmonte da política - 18/04/2019

 

Ativistas do Mopaids (Movimento Paulistano de Luta contra a Aids) criticaram, nessa quarta-feira (17), em reunião ordinária, a inclusão da tuberculose e da hanseníase no rol de agravos de responsabilidade do Departamento de IST, Aids e Hepatites Virais. A mudança na estrutura do Departamento foi anunciada no início de abril, em reunião com os coordenadores de IST/aids. Os militantes desaprovaram a falta de discussão do governo com a sociedade civil sobre as mudanças. “Para nós, da tuberculose, só mudamos de departamento. Mas é claro que a aids perdeu espaço e importância política. Juntar todos os agravos é desarticular movimentos”, disse o professor José Carlos Veloso, membro do Comitê Estadual de Controle Social da Tuberculose de São Paulo. Leia + 

http://agenciaaids.com.br/noticia/mopaids-para-ativistas-inclusao-da-tb-e-hanseniase-no-departamento-de-aids-e-um-mais-um-passo-para-o-desmonte-da-politica-de-aids/

 

 

 

 

 

 

 

Araújo José de Lima Filho

 

Ao longo dos últimos 30 anos sua atuação em defesa das pessoas que vivem com HIV e aids, pela valorização do SUS e em favor das populações mais vulneráveis foram marcas que deixaram imenso impacto na luta contra a aids no Brasil. Vinculado ao GIV (Grupo de Incentivo à Vida) desde sua fundação, foi um dos mais importantes entusiastas da RNP+ Brasil, em 1995; também foi coordenador geral da Associação François Xavier Bagnoud do Brasil (AFXB) e ultimamente era diretor do EPAH – Associação Espaço de Prevenção e Atenção Humanizada, além de ser um dos coordenadores do Movimento Paulistano de Luta contra a Aids (Mopaids).  Partiu em 03/09/2019

 

 

 

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